Wednesday, February 15, 2006

O Palácio da Pena surgiu em 1839, quando o rei consorte D. Fernando II adquiriu as ruínas do Mosteiro de Nossa Senhora da Pena para o adaptar a um palácio. O edifício original, em tempos ocupado pelos monges Jerónimos, data de 1503. A fachada principal do convento foi mantida, à semelhança do que aconteceu com a igreja e com o claustro, cujas galerias se encontram cobertas de azulejos.Nascido na Alemanha, D. Fernando II trouxe para Portugal a arquitectura romântica germânica. O palácio, um projecto do Barão Eschwege, inspirou-se nos palácios da Bavária e juntou influências Mouras, Góticas e Manuelinas.Nos anos 90, o palácio foi alvo de uma significativa restauração e a maior alteração é visível ao longe: a sua pintura em cor-de-rosa e amarelo. Apesar de ter chocado os habitantes de Sintra, habituados a verem-no vestidos de cinzento, estas eram, na realidade, as cores originais do Palácio da Pena!O quarto monumento nacional mais visitado em Portugal está mobilado com peças características da altura em que surgiu e conta com excelentes vistas sobre os arredores.


Mandado construir pelo Rei D. Fernando II, marido da Rainha D. Maria II, aproveitando as ruínas de um convento quinhentista existente no topo da Serra de Sintra. Os trabalhos de construção do palácio, iniciados em 1840, ficaram concluídos em 1860.
No seu conjunto, o Palácio Nacional da Pena constitui um reflexo das tendências arquitectónicas e decorativas do romantismo, mas também do monarca que o idealizou, a quem Castilho atribuiu o cognome de Rei-Artista. Manifesta-se na decoração exterior e interior do edifício o gosto pelo exotismo e pelo orientalismo, assim como o revivalismo que se reflecte na procura de aplicação do estilo manuelino (estilo romancezinho). A decoração interior caracteriza-se por uma mistura de estilos, com preferência por porcelanas e peças de mobiliário exóticas e orientais.


O Palácio da Pena foi edificado entre 1840 e 1850 pelo Rei D.Fernando II, junto do mosteiro construído por D.Manuel I entre 1503 e 1511. No interior, devem notar-se a pequena igreja ogival, com o seu retábulo de alabastro, e o claustro do antigo convento. A parte recente, delineada pelo alemão barão de Eschwege, é toda do século XIX, apesar da sua arquitetura pseudo medieval. Do alto do zimbório (528 metros) o panorama é ainda mais vasto que o do Castelo dos Mouros





Com o Terramoto de 1755, que devastou Lisboa e os arredores da capital, o convento da Pena caiu em ruínas. Apenas a Capela, na zona do altar-mor, com o magnífico retábulo em mármore e alabastro atribuído a Nicolau de Chanterenne, permaneceu intacto. Foram estas ruínas, no topo escarpado da Serra de Sintra, que maravilharam o jovem príncipe D. Fernando. Em 1838, decide adquirir o velho convento, toda a cerca envolvente, o Castelo dos Mouros e outras quintas e matas circundantes. Iniciou logo a seguir as obras de consolidação do velho convento, dotando-o de novos acessos em túnel. Em 1840, dois anos antes que Varnhagen desse à estampa a sua colecção de artigos sobre os Jerónimos, o príncipe D. Fernando decide a ampliação do Convento de forma a construir um verdadeiro paço acastelado romântico, residência de verão da família real portuguesa.
Pensou, igualmente, em mandar plantar um magnífico parque, à inglesa, com as mais variadas, exóticas e ricas espécies arbóreas. Desta forma, Parque e Palácio da Pena constituem um todo magnífico. O Palácio, em si, é um edifício ecléctico onde a profusão de estilos e o movimento dos volumes são uma invulgar e excepcional lição de arquitectura.

O Palácio da Pena surgiu em 1839, quando o rei consorte D. Fernando II adquiriu as ruínas do Mosteiro de Nossa Senhora da Pena para o adaptar a um palácio. O edifício original, em tempos ocupado pelos monges Jerónimos, data de 1503. A fachada principal do convento foi mantida, à semelhança do que aconteceu com a igreja e com o claustro, cujas galerias se encontram cobertas de azulejos.Nascido na Alemanha, D. Fernando II trouxe para Portugal a arquitectura romântica germânica. O palácio, um projecto do Barão Eschwege, inspirou-se nos palácios da Bavária e juntou influências Mouras, Góticas e Manuelinas.Nos anos 90, o palácio foi alvo de uma significativa restauração e a maior alteração é visível ao longe: a sua pintura em cor-de-rosa e amarelo. Apesar de ter chocado os habitantes de Sintra, habituados a verem-no vestidos de cinzento, estas eram, na realidade, as cores originais do Palácio da Pena!O quarto monumento nacional mais visitado em Portugal está mobilado com peças características da altura em que surgiu e conta com excelentes vistas sobre os arredores.


Mandado construir pelo Rei D. Fernando II, marido da Rainha D. Maria II, aproveitando as ruínas de um convento quinhentista existente no topo da Serra de Sintra. Os trabalhos de construção do palácio, iniciados em 1840, ficaram concluídos em 1860.
No seu conjunto, o Palácio Nacional da Pena constitui um reflexo das tendências arquitectónicas e decorativas do romantismo, mas também do monarca que o idealizou, a quem Castilho atribuiu o cognome de Rei-Artista. Manifesta-se na decoração exterior e interior do edifício o gosto pelo exotismo e pelo orientalismo, assim como o revivalismo que se reflecte na procura de aplicação do estilo manuelino (estilo romancezinho). A decoração interior caracteriza-se por uma mistura de estilos, com preferência por porcelanas e peças de mobiliário exóticas e orientais.


O Palácio da Pena foi edificado entre 1840 e 1850 pelo Rei D.Fernando II, junto do mosteiro construído por D.Manuel I entre 1503 e 1511. No interior, devem notar-se a pequena igreja ogival, com o seu retábulo de alabastro, e o claustro do antigo convento. A parte recente, delineada pelo alemão barão de Eschwege, é toda do século XIX, apesar da sua arquitetura pseudo medieval. Do alto do zimbório (528 metros) o panorama é ainda mais vasto que o do Castelo dos Mouros





Com o Terramoto de 1755, que devastou Lisboa e os arredores da capital, o convento da Pena caiu em ruínas. Apenas a Capela, na zona do altar-mor, com o magnífico retábulo em mármore e alabastro atribuído a Nicolau de Chanterenne, permaneceu intacto. Foram estas ruínas, no topo escarpado da Serra de Sintra, que maravilharam o jovem príncipe D. Fernando. Em 1838, decide adquirir o velho convento, toda a cerca envolvente, o Castelo dos Mouros e outras quintas e matas circundantes. Iniciou logo a seguir as obras de consolidação do velho convento, dotando-o de novos acessos em túnel. Em 1840, dois anos antes que Varnhagen desse à estampa a sua colecção de artigos sobre os Jerónimos, o príncipe D. Fernando decide a ampliação do Convento de forma a construir um verdadeiro paço acastelado romântico, residência de verão da família real portuguesa.
Pensou, igualmente, em mandar plantar um magnífico parque, à inglesa, com as mais variadas, exóticas e ricas espécies arbóreas. Desta forma, Parque e Palácio da Pena constituem um todo magnífico. O Palácio, em si, é um edifício ecléctico onde a profusão de estilos e o movimento dos volumes são uma invulgar e excepcional lição de arquitectura.